
Quanto custa um seguro de vida? Simulação por idade com preços reais de 2026
Resumo rápido
- Preço real em 2026: a maioria das apólices que a Virtus emite fica entre R$ 33 e R$ 191 por mês. Dois exemplos fechados em agosto: um motofretista de 27 anos com cinco coberturas por R$ 55,75, e um desenvolvedor de TI de 37 anos com R$ 500 mil de capital por R$ 145,60.
- A idade é o fator que mais pesa na simulação, e existe janela: nas apólices digitais que mais emitimos, a contratação vai até pouco antes dos 66 anos, e doença grave e invalidez encerram aos 75.
- O erro mais caro não é pagar a mais, é omitir informação na declaração de saúde: a economia é pequena e o risco é a seguradora negar o sinistro depois de anos de pagamento.
A resposta curta, com números reais
Nas apólices de seguro de vida que a Virtus emite, a maioria fica entre R$ 33 e R$ 191 por mês, conforme as coberturas, a idade e o perfil. Um exemplo real de 2026: uma cliente fechou em R$ 41,53 por mês reunindo quatro coberturas diferentes na mesma apólice.
Esses números são de apólices emitidas, não de tabela de propaganda. E eles já contam a parte mais importante desta página: seguro de vida custa menos do que a maioria das pessoas imagina. O que falta, quase sempre, não é dinheiro. É saber o que a simulação pergunta e por que cada resposta mexe no preço. É isso que este guia mostra.
O que a simulação pergunta, e por que cada item mexe no preço
Simular seguro de vida não é preencher um formulário qualquer: cada pergunta existe porque muda o risco que a seguradora assume. Entender isso antes evita surpresa e ajuda a responder com precisão.
| O que perguntam | Por que mexe no preço |
|---|---|
| Idade | É o fator que mais pesa. O risco estatístico sobe todo ano, e o preço acompanha. |
| Fumo | Fumante paga mais, porque o risco de doença grave e morte precoce é maior. Vale para cigarro e, em várias seguradoras, para vape também. |
| Profissão | Atividades de maior risco físico podem pagar mais ou ter restrição de cobertura. Profissões de precisão, como as da saúde, têm até coberturas específicas. |
| Saúde declarada | A declaração pessoal de saúde (DPS) define aceitação e preço. Doença preexistente não impede contratar, mas precisa ser declarada. |
| Capital segurado | É o valor que a família recebe. Quanto maior, maior a mensalidade, de forma quase proporcional. |
| Coberturas escolhidas | Morte é a base. Doenças graves, invalidez, diária de incapacidade e funeral entram como módulos, e cada um tem seu custo. |
Repare no que a simulação não pergunta: quanto você tem no banco. Seguro de vida não é produto de rico. A conta é feita sobre o risco e sobre o capital escolhido, e é por isso que dá para começar perto de R$ 33 por mês e crescer depois.
De onde vem o preço: o que cada cobertura faz
A mensalidade final é a soma dos módulos que você escolhe. Saber o que cada um paga ajuda a decidir onde vale investir e onde dá para economizar:
- Morte (a base de tudo): paga o capital à família por morte de qualquer causa. Nas apólices digitais que emitimos, o capital pode chegar a R$ 3 milhões, e não existe idade de saída dessa cobertura depois de contratada.
- Doenças graves: paga um capital em vida se vier um diagnóstico coberto, como câncer, infarto ou AVC, conforme o contrato. Nos produtos que priorizamos, o pagamento sai no diagnóstico, sem esperar cirurgia ou tratamento, que é quando o dinheiro mais faz diferença.
- Invalidez por acidente: paga se um acidente tirar, total ou parcialmente, a sua capacidade. Para quem vive da própria atividade, é a cobertura que protege a renda.
- Diária de incapacidade temporária (DIT): paga uma diária de até R$ 1 mil enquanto você não pode trabalhar, por até 730 diárias. É a cobertura favorita de autônomos e profissionais liberais, porque o problema mais comum não é o evento definitivo, é o afastamento que corta a renda por meses.
- Assistência funeral: cobre ou organiza o funeral, tirando da família a conta e a burocracia no pior momento. É barata e costuma entrar como complemento.
O exemplo real de R$ 41,53 por mês que citamos lá em cima é exatamente isso na prática: uma cliente combinou quatro proteções diferentes na mesma apólice por volta de R$ 40 mensais. Não foi o seguro mais caro possível, foi o conjunto certo para a fase de vida dela, com espaço para crescer depois.
Dois exemplos reais, fechados em agosto de 2026
Em vez de tabela teórica, duas apólices que emitimos no mesmo mês, na mesma seguradora digital. Perfis diferentes, escolhas diferentes, e é exatamente isso que a simulação faz aparecer:
| Motofretista, 27 anos | Desenvolvedor de TI, 37 anos | |
|---|---|---|
| Morte | R$ 50.000 (R$ 7,35/mês) | R$ 500.000 (R$ 63,52/mês) |
| Invalidez por acidente | R$ 100.000 (R$ 12,33/mês) | R$ 500.000 (R$ 35,22/mês) |
| Doenças graves | até R$ 100.000 (R$ 25,39/mês) | até R$ 103.000 (R$ 46,86/mês) |
| Diária de internação | R$ 80/dia (R$ 5,45/mês) | não contratou |
| Cirurgias | até R$ 17.000 (R$ 5,23/mês) | não contratou |
| Total por mês | R$ 55,75 | R$ 145,60 |
Três leituras que valem mais que qualquer tabela genérica:
- O entregador de 27 anos montou cinco proteções por R$ 55,75. O foco dele foi o pacote em vida: doenças graves, invalidez, diária de internação e cirurgias, que é o que protege a renda de quem trabalha na rua. E sim, motofretista tem aceitação: é um perfil que a maioria das seguradoras recusa e que nós emitimos com frequência.
- O desenvolvedor de 37 anos priorizou capital alto: meio milhão de morte e meio milhão de invalidez por R$ 145,60 mensais, menos de 1% da renda que declarou.
- A profissão pesa tanto quanto a idade. Repare na cobertura de morte: o desenvolvedor, dez anos mais velho, paga proporcionalmente menos por real de capital do que o motofretista. O risco da atividade entra no cálculo, e é por isso que simulação séria pergunta profissão.
Por que a idade pesa tanto
O preço do seguro de vida vem de estatística: a seguradora calcula a probabilidade de pagar a indenização e dilui esse risco entre todos os segurados. Como a probabilidade sobe com a idade, o preço sobe junto, e sobe cada vez mais rápido. A diferença entre simular aos 30 e simular aos 50, para o mesmo capital, é grande.
Isso gera a regra prática mais importante do produto: o melhor momento de contratar é agora, não depois. Não porque vendedor diz isso, mas por três razões concretas:
- O preço de entrada é menor quando você é mais jovem, e o hábito de pagar barato cabe no orçamento sem esforço.
- A aceitação é mais fácil. Quanto mais cedo, menor a chance de já existir uma condição de saúde que restrinja cobertura ou aumente o preço.
- Existe idade limite. Nas apólices digitais que mais emitimos, a contratação vai até pouco antes dos 66 anos, e coberturas como doença grave e invalidez encerram aos 75. Quem deixa para depois pode simplesmente não conseguir contratar o que queria.
O que muda em cada década
Sem inventar tabela de preço por idade, porque o número certo sai da cotação com o seu perfil, dá para dizer com segurança o que cada fase muda na simulação:
Aos 20 e poucos
É o preço de entrada mais baixo que você vai ver na vida. A objeção clássica é "não tenho dependente", e ela vale, mas coberturas em vida mudam essa conta: invalidez e doença grave protegem a sua própria renda, não a de herdeiro. Quem já sustenta pai ou mãe tem motivo ainda mais direto.
Aos 30
É a década em que a maioria contrata: filhos, financiamento, renda que sustenta a casa. O preço ainda é baixo e a saúde costuma passar limpa pela declaração. É o melhor custo-benefício da vida do produto.
Aos 40
O preço já subiu, mas segue acessível, e o capital costuma precisar ser maior, porque as responsabilidades cresceram. Vale simular capital suficiente de verdade, não o mínimo: a diferença de mensalidade entre um capital apertado e um capital certo costuma ser menor do que se imagina.
Aos 50
Ainda dá para contratar bem, e a urgência aumenta: é a última década inteira antes do limite de contratação das apólices digitais. Condições de saúde que apareceram pelo caminho precisam ser declaradas, e o corretor ajuda a encontrar a seguradora com melhor aceitação para o seu caso específico.
Aos 60 ou mais
A janela aperta: contratação até pouco antes dos 66 nas apólices que mais emitimos, com coberturas de doença grave e invalidez encerrando aos 75. Existem alternativas específicas para essa faixa, e aqui a simulação por corretor deixa de ser conveniência e vira necessidade, porque a diferença entre seguradoras é maior do que em qualquer outra idade.
Como fazer a simulação na prática, em três passos
Passo 1: descubra o capital de que a sua família precisa
Antes de perguntar quanto custa, defina quanto tem que pagar. A referência que usamos é a conta dos 5 anos: capital que cubra de 2 a 5 anos da sua renda líquida, somado às dívidas que ficariam para a família. A nossa calculadora de seguro de vida faz essa conta em um minuto, sem cadastro, e o guia quanto de seguro de vida contratar explica o raciocínio completo.
Passo 2: simule com o perfil real
Tenha em mãos idade, profissão, se fuma, capital desejado e qualquer condição de saúde relevante. A simulação com esses dados sai em minutos, e nas apólices digitais que emitimos a análise parte da declaração de saúde, sem exame médico na maioria dos casos.
Um aviso que vale dinheiro: responda a declaração de saúde com a verdade completa. Omitir condição relevante para pagar menos é o pior negócio possível, porque a seguradora pode negar o sinistro justamente na hora em que a família mais precisa. Condição declarada e aceita está coberta; condição omitida é risco de ficar sem nada depois de anos pagando.
Passo 3: compare as propostas pelo conjunto, não só pela mensalidade
Duas propostas de preço parecido podem ser produtos muito diferentes. Antes de fechar, compare:
- Capital por cobertura: quanto paga na morte, quanto na doença grave, quanto na invalidez. Mensalidade igual com capitais diferentes não é empate.
- O que dispara cada pagamento: há produto que paga a doença grave no diagnóstico, sem esperar tratamento. Isso muda tudo na prática.
- Carências e exclusões: o contrato diz o que não paga. Ler antes evita a surpresa clássica.
- Assistências incluídas: funeral, orientação jurídica, telemedicina. Não são o motivo da compra, mas desempatam.
É exatamente esse comparativo que uma corretora independente faz sem custo para você: a Virtus cota o mesmo perfil em mais de uma seguradora e mostra as diferenças lado a lado, como no nosso guia da Azos, a seguradora digital com que mais emitimos vida.
O preço muda depois de contratar?
Pode mudar, e é melhor saber antes: apólices de vida têm reenquadramento etário anual e atualização monetária, e nas que emitimos o capital segurado é corrigido todo ano pelo IPCA, com o prêmio acompanhando. O que você trava contratando cedo não é o preço para sempre, é o ponto de partida mais baixo da curva e, principalmente, a aceitação com a saúde de hoje. Quem contrata aos 30 e mantém a apólice chega aos 50 pagando a evolução de um contrato antigo, enquanto quem espera vai simular do zero com o preço e a saúde dos 50.
Os quatro erros mais caros na simulação
- Esperar "o momento certo". Cada ano de espera encarece a entrada e aumenta o risco de uma condição de saúde mudar a aceitação. O momento certo era antes; o segundo melhor é agora.
- Omitir informação na declaração de saúde. Economia pequena na mensalidade, risco de negativa total no sinistro. Nunca compensa.
- Escolher pelo menor preço absoluto. Mensalidade baixa com capital insuficiente é proteção de mentira. Primeiro o capital certo, depois o menor preço para esse capital.
- Contratar e esquecer. Casou, teve filho, financiou imóvel, a renda dobrou? O capital que servia há cinco anos ficou pequeno. Revisão é parte do produto.
- Sair da contratação sem cadastrar o beneficiário. Aconteceu em uma das duas apólices reais que mostramos acima. Sem indicação, a indenização segue a ordem que a lei define, o que costuma exigir mais documentação e mais tempo num momento em que a família menos tem condição de esperar. Indicar leva um minuto e pode ser alterado depois.
Um detalhe que muda a conta: a indenização por morte não paga imposto de renda
Na comparação com qualquer alternativa financeira, o seguro de vida tem uma vantagem pouco divulgada: o capital pago por morte é isento de imposto de renda (art. 6º, XIII, da Lei 7.713/1988, regra mantida pelo art. 116 da Lei 15.040/2024, o novo marco legal dos seguros) e não entra no inventário: a seguradora paga direto ao beneficiário indicado, sem esperar a partilha.
A delimitação honesta: essa isenção vale para o capital por morte. Coberturas pagas em vida, como doença grave e diária de incapacidade, seguem regras próprias, e situação tributária específica se confirma com o contador. Mas para a função principal do produto, proteger a família, o valor simulado é o valor que chega.
E o seguro de vida que o banco oferece?
Se você já recebeu oferta de seguro de vida no aplicativo do banco ou junto do financiamento, vale comparar antes de aceitar. O seguro de banco costuma vir com capital baixo, cobertura enxuta e preço que parece pequeno até você dividir pelo que ele de fato paga. A análise completa está no nosso guia sobre seguro de vida de banco, e o resumo é: simule as duas coisas com o mesmo capital e compare o preço por real de cobertura. É uma conta de dividir, e ela raramente favorece o balcão do banco.
Simule com quem compara, sem pagar por isso
A simulação pela Virtus é gratuita e sem compromisso: você manda o perfil, a gente cota em mais de uma seguradora e devolve as opções com as diferenças explicadas em português claro. Se fizer sentido, a contratação é digital. Se não fizer, você fica com a informação.
Seguro de vida que a Virtus cota

Sobre o autor
Wellington SantosFundador e Especialista em Proteção Patrimonial
Engenheiro de Produção formado pela UniABC – Universidade do Grande ABC (atual Anhanguera), atua no mercado de seguros desde 2015. Fundou a Virtus Corretora de Seguros em 2020, após anos consolidando experiência como parceiro em corretoras como My Life e Nova Affinity. Treinou dezenas de novos corretores ao longo da carreira e combina o rigor analítico da engenharia com atendimento consultivo direto ao cliente final, atuando em planos de saúde, seguro auto, vida, residencial, viagem e consórcio.
Perguntas frequentes
O que mais perguntam sobre isso
Quanto custa um seguro de vida por mês em 2026?
Nas apólices reais que a Virtus emite, a maioria fica entre R$ 33 e R$ 191 por mês, conforme coberturas, idade e perfil. Um exemplo real fechou em R$ 41,53 por mês com quatro coberturas na mesma apólice. O número exato do seu caso sai na simulação gratuita, que leva minutos.
Fumante paga mais caro no seguro de vida?
Sim. O fumo aumenta o risco de doença grave e morte precoce, e o preço reflete isso. Em várias seguradoras a pergunta cobre também vape e outros produtos com nicotina. Vale responder com sinceridade: omitir na declaração de saúde pode custar a negativa do sinistro, que é um prejuízo muito maior que a diferença de mensalidade.
Precisa fazer exame médico para contratar?
Na maioria das contratações que fazemos, não: as apólices digitais partem da declaração pessoal de saúde (DPS), respondida online, e a aceitação sai sem exame na maior parte dos casos. O que a seguradora pode pedir varia com o capital e o perfil, e o corretor avisa antes de você assinar qualquer coisa.
O preço do seguro de vida sobe com a idade depois de contratado?
A mensalidade pode ser atualizada ao longo do contrato, por atualização monetária e enquadramento de faixa etária, conforme as condições do produto. Ainda assim, quem contrata cedo parte do ponto mais baixo da curva e garante a aceitação com a saúde de hoje, que é o que ninguém consegue recuperar depois.
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